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Como educar as crianças para além do padrão estético: uma entrevista com Lua Fonseca

Como educar as crianças para além do padrão estético: uma entrevista com Lua Fonseca

Se quisermos olhar para um futuro em que as mulheres não sintam o peso dos pressões estéticas como hoje sentimos, precisamos acolher as meninas que estamos criando. Mas, afinal, como fazemos isso, no meio dessa enxurrada de informações e estímulos que emitimos a todo segundo para nossas meninas, reiterando padrões de beleza inatingíveis?

Pressão estética: a era das fotos "Antes e depois" — uma entrevista com Vanessa Rozan

Pressão estética: a era das fotos "Antes e depois" — uma entrevista com Vanessa Rozan

Você, mulher, alguma vez se olhou desnuda, no espelho, sem julgamento ou sem procurar o melhor ângulo? Quantas vezes já ouviu alguma amiga dizer que está satisfeita com a própria aparência? Quantas de nós já fizemos dieta ou cirurgia estética? Somos, todas, em diferentes escalas, vítimas da pressão estética. No primeiro texto sobre pressão estética, entrevistamos a maquiadora e apresentadora Vanessa Rozan. 

Autonomia afetiva: como cultivar o próprio eixo dentro ou fora das relações?

Autonomia afetiva: como cultivar o próprio eixo dentro ou fora das relações?

Dizem, desde cedo, que nosso objetivo existencial é encontrar a alma gêmea — e termos nosso afeto correspondido. Ao contrário do que ensinam para meninos, não somos incentivadas a sonhar amplamente. Salvar o mundo, ser feliz, virar astronauta, descobrir-se cientista, ser bem-sucedidx, levar uma vida tranquila e feliz, ser altruísta: esses são anseios permitidos com mais facilidade a homens. Estamos presas em crenças e mitos. Mas como conseguimos, de fato, quebrar esse ciclo e cultivar nosso próprio eixo? 

"Eu fracassei": a autocompaixão pode ser nossa boia de braço em momentos difíceis

"Eu fracassei": a autocompaixão pode ser nossa boia de braço em momentos difíceis

A autocompaixão surge como uma lufada de esperança para nós, mulheres, porque nos ensina a caminhar de forma mais suave, a responder ao sofrimento com gentileza. Não é sobre autocentramento ou egoísmo, é sobre acolhimento e não resistência. E, num mundo que já nos exige e sobrecarrega, experienciar, nas horas mais difíceis, essa atitude de cuidado é um abraço quentinho na alma.

A quem interessa uma mulher que não goza?

A quem interessa uma mulher que não goza?

A quem interessa, senão ao patriarcado, uma mulher que não goza? Esse vídeo da Carol Patrocínio é afiado e necessário porque coloca as cartas na mesa: quando falamos de sexualidade, estamos falando mais do que apenas sobre sexo. Estamos falando sobre nossa liberdade, sobre quem somos, sobre o que desejamos.

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