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Prática #4: Comunicação não violenta — aplicando na vida diálogos mais benéficos

 Colagem de Luciana Aranha (@luspider)

Colagem de Luciana Aranha (@luspider)

Quantas vezes já não falamos algo e nos arrependemos depois? Quantas outras não soubemos conduzir uma conversa da forma como gostaríamos? Em quantos diálogos internos já fomos extremamente duras conosco mesmas?

É provável que tenhamos rememorado muitas situações em que os diálogos escaparam do nosso controle e entraram num vórtice negativo e com consequências desastrosas.

Somos incentivados a externalizar pensamentos e ideias desde muito cedo, mas não fomos sensibilizados o suficiente para que aquilo que externalizamos esteja alinhado com o que sentimos. Como resultado, temos conversas truncadas, diálogos pouco compassivos e vínculos que se fragilizam por palavras mal colocadas ou escritas.

E não é que tenhamos de pensar antes de falar. Pelo contrário. Talvez, o exercício, aqui, seja o de investigar menos o nosso racional e mais as nossas emoções. Muitas das vezes, angustiados, não somos capazes de entender a raiz de comportamentos nocivos. Mas e se praticássemos essa investigação? Angélica Rente, psicoterapeuta e estudiosa da Comunicação não violenta, traz essa perspectiva para a Comum e nos mostra como podemos, um pouquinho por dia, entender quais valores reais existem por trás de cada sentimento que brota.

É uma possibilidade de estarmos mais lúcidas a respeito das necessidades reais que habitam em dentro de cada emoção. Se me sinto culpada, por exemplo, posso descobrir que, no fundo, quero ser mais comprometida e aí focar em como posso correr atrás disso— em vez de ficar só bater na tecla da autocrítica. Se fico preocupada excessivamente com as pessoas que amo, posso descobrir uma vontade maior de aprender a soltar, de relaxar, de confiar na vida. É sobre isso o papo com Angélica Rente. Dê o play e se beneficie dessa prática poderosa. 

Com essa prática, fechamos nossa série especial de conteúdos para novos ciclos. Durante o mês de janeiro, compartilhamos pequenas ferramentas que nos auxiliam no dia a dia e que visam uma vida mais generosa. Não são exercícios que trazem consigo a rigidez das obrigações. São ferramentas de autocuidado, que podem ser feitas em qualquer pausa na qual queiramos disponibilizar um tempo para nós mesmas. Práticas benéficas, sem prazo de validade ou efeitos colaterais.

Nossa conversa continua no fórum. Te espero por lá.


Gabrielle Estevans é jornalista, editora de conteúdo e coordenadora de projetos com propósito. Na Comum, é editora-chefe, participante e caseira. 

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