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#22 [vídeo] Como preparar profissionais que lidem mais humanamente com pacientes em leitos de morte?

Um parente está em processo de morte. Dura meses e a fadiga é evidente em vários membros da família: questões burocráticas, situações emocionais que ficaram pendentes, metas de vida que não foram concluídas. Todo mundo entra num estresse coletivo. Ver um ente querido nesse processo não é fácil, mas, como já vimos muito nessa jornada, é uma travessia que pode ser menos pesarosa do que imaginamos.

Agora pense em quem tem de lidar com isso todo dia. Enfermeiras, médicos, cuidadores: pessoas que não têm laços sanguíneos com aqueles a quem atendem, mas que ficam ali, na linha de frente das piores notícias, dos embates familiares e do processo individual da própria pessoa que, em breve, irá partir.

Quando chegam em casa, aqueles que são sugados pela empatia com a dor alheia chegam em casa emocionalmente esgotados pelo pesar da situação. Outros, na tentativa de se defender, criam uma barreira entre paciente e profissional e não permitem com que sejam atingidos pelo que há, ali, brotando na sua frente: nossa humanidade comum.


Para Ana Cláudia Quintana, geriatra e especialista em Cuiadados Paliativos, nem um extremo nem outro: o caminho mais benéfico para os profissionais que lidam com o processo de pacientes no fim da vida parece ser, o percurso da compaixão. Conversamos com a médica sobre uma nova leva de profissionais que estão chegando ao mercado — e que promete olhar para o fim da vida, e para seus pacientes, de uma forma mais digna e carinhosa.


Gabrielle Estevans é jornalista, editora de conteúdo e coordenadora de projetos com propósito. Nessa trilha, é editora-chefe, participante e caseira. 


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