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#21 [vídeo] A verdade como ferramenta benéfica para um fim mais bonito

O exame de alguém dá o diagnóstico: os dias estão contados. A medicina já não pode fazer mais nada por aquele paciente. Resta à equipe médica, agora, dar a notícia. Surgem as dúvidas, os métodos variam, mas a constatação é uma só: temos, hoje, no Brasil, profissionais despreparados para lidar com o resto de vida que ainda existe no processo de morrer.

Dizer a verdade, como diz a Ana Cláudia Quintana, médica geriatra especialista em Cuidados Paliativos, é como se fosse um remédio: tem hora e jeito de usar. Requer tato, presença, compaixão e firmeza. É um trabalho e tanto e para que seja feito é preciso, antes de tudo, uma presença compassiva do profissional que está acompanhando a pessoa doente — mas também toda a sua família.

Conversamos com ela sobre o assunto e suas nuances e o resultado foi um papo inspirador, que emociona pela simplicidade com que Ana olha para as pessoas — estejam elas com os dias contados para daqui um ano, daqui um dia ou sem morte alguma, por enquanto, anunciada.


Gabrielle Estevans é jornalista, editora de conteúdo e coordenadora de projetos com propósito. Nessa trilha, é editora-chefe, participante e caseira. 


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