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#12 [vídeo] A morte ensina a viver

Não sabemos o dia de amanhã. Mesmo assim, vivemos como fôssemos eternos. Temos a certeza absoluta que amanhã ainda estaremos aqui. Que aqueles que amamos também estarão. Para evitar o fim derradeiro, usamos de todo o aparato tecnológico e científico para expandir o tempo da nossa jornada.

No começo dos anos 1900, por exemplo, a expectativa de vida era de, em média, 40 anos. Hoje, içamos o número para a casa dos 70. Evitamos a morte com maestria, mas será que aprendemos a viver nesse tempo adicional que nos foi dado? De que forma podemos usar a morte como uma professora que nos ensina a levar uma vida mais significativa?

Ana Cláudia Quintana Arantes é médica geriatra. Especializada em cuidados paliativos, lida com o morrer todos os dias. Com a Comum, conversou sobre arrependimentos e uma percepção mais ampla de sentido da vida — capaz de trazer benefícios preciosos para a história que estamos escrevendo. 


Gabrielle Estevans é jornalista, editora de conteúdo e coordenadora de projetos com propósito. Nessa trilha, é editora-chefe, participante e caseira. 


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