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#14 [vídeo] Contemplação da morte

Se olharmos para nossa experiência — ou pelo menos para aquela que conhecemos —, veremos que o há de inevitável é a morte. Para todos nós, independente das circunstâncias. Mesmo com essa certeza, passamos a vida a negá-la. Mas e se aprendêssemos a olhar para morte de outra forma? E se incluíssemos um lembrete amigável de que, um dia, em alguma hora, morreremos? É possível desenvolver um olhar de menos morbidez para esse momento? Como?

Cláudia d'Almeida, praticante do CEBB, conversou com a Comum sobre formas de nos espreitarmos do assunto, sem que isso seja pesaroso ou assustador. Se em um primeiro momento parece impossível, depois, colocando na ponta do lápis os benefícios que a aproximação é capaz de trazer, fica fácil olhar para a contemplação da própria morte de forma mais serena — e até carinhosa. 

Para também se alegrar pela conversa com Cláudia, é só dar o play aqui embaixo. 


Gabrielle Estevans é jornalista, editora de conteúdo e coordenadora de projetos com propósito. Nessa trilha, é editora-chefe, participante e caseira. 


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