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encontro presencial, dia 22/08, das 19h30 às 21h

Death Café

Uma conversa simples e aberta sobre a morte.

 

Os Death Cafés são encontros para uma conversa gentil e sincera sobre morte, sem tabus. Aquelas conversas que às vezes ficam guardadas no fundo do armário, abafadas dentro de nós, e não sabemos bem como revisitar ou com quem falar. Para além da morte, esse encontro também é um lembrete para reconhecermos a oportunidade que temos de viver no presente.

A partir da perda, o Death Café cria um espaço seguro para conversarmos sobre nossas vidas, nossa presença e nossos medos, além de ser uma possibilidade de estreitar laços com outras pessoas que nos apoiem em um caminho comum de ressignificação do fim.

A metodologia foi criada por Sue Barsky Reid e Jon Underwood em 2011, em Londres, e pode ser replicada por qualquer pessoa, em qualquer lugar, conforme um guia de diretrizes disponível no site oficial. Já foram realizados mais de 6 mil encontros em 56 países  ao redor do mundo, de forma voluntária e colaborativa. 

Esse Death Cafe é parte da Trilha de Finitude e acontece em São Paulo. São poucas vagas, para assinantes da Comum. Não perde.


Death Cafe | Participe:

Quando:  22/08/2018 das 19h30 às 21h.

Onde: Casa da Comum: Rua Bernarda Luiz, n. 325 - Vila Madalena, São Paulo.

Quanto: esse é um encontro gratuito, exclusivo para mulheres, com 15 vagas disponíveis. 

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Quem facilita: Elca Rubinstein é PhD em economia. Foi professora da UnB e USP e trabalhou na área de projetos sociais do Banco Mundial em Washington por 18 anos. Hoje, aos 72 anos, dedica-se a produções de cinema com o propósito de questionar os padrões estéticos  anti-envelhecimento para mulheres. Além do documentário Branco & Prata, sobre cabelos grisalhos, a contemplação do envelhecimento também gerou reflexões profundas sobre finitude. Trouxe o primeiro Death Café para o Brasil, há 4 anos. De lá pra cá, já são mais de 35 conversas sobre a morte, todas tiradas do fundo do armário e trazidas para uma mesa com bolo e café.

 
 

Esse encontro faz parte da jornada de Finitude.

Um percurso sobre como cultivar uma relação mais benéfica com as perdas.

Nascemos perdendo — o tempo, as situações, as pessoas, as relações. Nada é fixo, perene. Ainda assim, não aprendemos a lidar com o fim das coisas.

E se olhássemos com mais naturalidade para a finitude? De que forma isso poderia, essencialmente, nos transformar e beneficiar?

A partir dessa pergunta, começamos uma jornada de 2 meses através de textos, entrevistas, vídeos, podcasts, conversas no fórum online, encontros virtuais e encontros presenciais, que surgiu a partir de um processo profundo de pesquisa e mapeamento de mulheres especialistas no assunto. 

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