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#2 Teste: Quanta autocompaixão você tem?

Quando falamos de autocompaixão, pode parecer algo distante ou muito subjetivo, mas não é. No começo é difícil olhar pra dentro e entender como as coisas acontecem, se desenvolvem e chegam ao ponto em que nos encontramos, mas é examinando bem como nos tratamos que conseguimos entender não só nossas questões pessoais, mais tudo aquilo que permeia nossas relações com o mundo e outras pessoas.

O teste é simples e pede observação: você responde as perguntas com sinceridade e vai analisando a maneira que você lida com você mesma. Use a seguinte pontuação de acordo com a frequência que você nota estes comportamentos no seu dia a dia:

Quase nunca - 1
Ocasionalmente - 2
Metade do tempo - 3
Frequentemente - 4
Quase sempre - 5 

A soma te trará uma fotografia do seu nível de autocompaixão no presente. O total mais alto, 130 pontos, indica um retrato de um comportamento que quase nunca é autocompassivo de acordo com os critérios abaixo. 78 pontos são a média dos pontos e caso esta seja a sua soma, pode representar um comportamento de gentileza consigo em metade das situações. E a pontuação mínima, de 26 pontos, ilustra autogentileza quase sempre. 

Independente da pontuação seu resultado vai falar muito sobre como você se relaciona com si mesma. Não encare como mais uma cobrança se você perceber que não tem comportamentos autocompassivos quase sempre. Ao invés disso, seja sentil consigo e observe as respostas que receberam as pontuações mais baixas. Aproveite para descobrir atitudes incorporar na vida para seguir num caminho de mais amor próprio. 

Este teste foi adaptado de um que está no site da Kristin Neff, mas em inglês. Lá você tem uma análise mais destrinchada do resultado. Você pode clicar aqui para chegar até ele.

Responda:

1. Sou desaprovadora e julgadora com minhas próprias falhas e inadequações.

2. Quando estou me sentindo pra baixo, tendo a ficar obsessiva e me fixar em tudo que está errado.

3. Quando as coisas estão indo mal para mim, vejo as dificuldades da vida como algo que nem todos atravessam.

4. Quando penso sobre minhas inadequações, tendo a me sentir mais distante e separada do restante do mundo.

5. Tendo a não ser amorosa comigo quando estou passando por dores emocionais.

6. Quando falho em algo importante para mim, sou consumida por sentimentos de inadequação.

7. Quando estou me sentindo pra baixo e triste, não me lembro que há muitas outras pessoas se sentindo exatamente assim agora.

8. Quando as coisas estão realmente difíceis, tendo a ser dura comigo mesma.

9. Quando algo me irrita, não consigo manter minhas emoções em equilíbrio.

10. Quando me sinto inadequada de algum modo, não consigo me lembrar de que sentimentos de inadequação são compartilhados pela maioria das pessoas.

11. Sou intolerante e impaciente com aspectos de minha personalidade dos quais não gosto.

12. Quando estou passando por um período difícil, não me dou o carinho e ternura de que preciso.

13. Quando estou triste, tendo a pensar que a maioria das pessoas estão mais felizes do que eu.

14. Quando algo emocionalmente dolorido acontece, não consigo ter uma visão equilibrada da situação.

15. Não consigo pensar em minhas falhas como parte da própria condição humana.

16. Quando noto aspectos de mim que não aprecio, tendo a ser dura comigo mesma.

17. Quando falho em algo importante para mim, é difícil manter as coisas em perspectiva.

18. Quando estou realmente me esforçando muito, tendo a pensar que as outras pessoas estão conseguindo as mesmas coisas com mais facilidade.

19. Não sou gentil comigo quando estou atravessando períodos de sofrimento.

20. Quando algo me irrita sou levada pelos meus sentimentos.

21. Posso ser um bocado coração gelado comigo mesma quando estou sofrendo.

22. Quando estou me sentindo triste, não observo meus sentimentos com abertura e curiosidade.

23. Não sou tolerante com minhas próprias falhas e inadequações.

24. Quando algo emocionalmente dolorido acontece, tendo a enxergar o incidente maior do que ele realmente é.

25. Quando falho em algo importante para mim, tendo a me sentir sozinha em meu fracasso.

26. Não sou paciente e compreensiva com os aspectos de minha personalidade dos quais não gosto.

Vamos fazer e falar mais sobre o resultado lá no fórum? O tópico é esse aqui, ó: Trilha #1 | Autocompaixão. Nos vemos por lá.


Autocompaixão para mulheres: a primeira trilha da Comum

Desde quando o fórum nasceu, ano passado, notamos que a cura pras nossas questões começava dentro de nós. Ou passava necessariamente por isso: entendermos nossas emoções, necessidades e sermos mais gentis conosco. Resolvemos então nos aproximar do tema da autocompaixão e conhecemos a Carol Bertolino, que estuda o assunto há algum tempo. 

A trilha da Comum desse mês é sobre autocompaixão e autonomia afetiva pra mulheres. Vamos explorar o tema juntas, através de textos, vídeos, conversas no fórum e práticas. A trilha começou no dia 10 de julho e segue até o encontro. Você pode ver todo o conteúdo dela aqui


Carol Patrocinio é jornalista, feminista e gosta de olhar as coisas por um ângulo diferente. Acredita que o amor muda o mundo, mas que a raiva é o combustível mais potente da revolução. É co-fundadora da Comum, mãe e oferece consultoria para negócios que querem fugir de esteriótipos de gênero.

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