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#5 Prática: Uma carta para você mesma

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Pense naquela amiga que sempre que você tem um problema, te ajuda a se sentir melhor.

Pense na maneira como ela fala, a forma como encara as coisas e a compaixão que usa para resolver as questões do seu lado. Pode não parecer, mas ela também tem problemas e medos, porém escolhe, conscientemente, não julgar duramente todos os tropeços que você dá na vida. 

Nesse exercício, indicado pela Caroline Bertolino, que guiou conosco esse percurso de autocompaixão, você vai pensar nessa amiga para escrever uma carta para você mesma.

O que ela diria para você? Como ela lidaria com as questões que te incomodam? Como ela a ajudaria se sentir melhor?

Vamos para as instruções:

***

Todas as pessoas têm algo que não gostam em si, algo que causa vergonha, insegurança ou que façam sentir que não é “boa o suficiente”. Pense em algo que faça você se sentir assim, pode ser um erro que você cometeu, sua aparência, problemas em relacionamentos.

Agora, pense em uma amiga que pode ver toda a sua força, suas fraquezas e até mesmo o que nem você consegue enxergar. Ela pode ver os limites naturais de todo ser humano e é gentil, sabe aceitar e perdoar.

Escreva uma carta para você mesma como se fosse essa amiga escrevendo, com foco na sua capacidade de julgar você mesma. O que ela diria, sendo que é totalmente compassiva? Se você acha que ela iria sugerir mudanças em você, como essa sugestão seria feita com cuidado, carinho, encorajamento e apoio?

Depois de escrever a carta, deixe que ela descanse um pouco – uma noite, por exemplo.

Então volte e a leia novamente, deixando que cada palavra entre em você. Sinta a compaixão e como ela faz que você se sinta confortada. Amor, conexão, aceitação são seus direitos. Para reivindica-los você precisa apesar olhar para si mesma.

Se estiver muito difícil escrever para você mesma com compaixão, você pode escrever uma carta para uma amiga querida fictícia, que estaria passando pela mesma questão que você. Quais palavras de compaixão e apoio você ofereceria para ela? Depois disso, leia a carta e use essas palavras com você mesma.

***

Depois, pra quem se sentir confortável, podemos compartilhar a carta ou como foi a experiência de escrever aqui no tópico do fórum sobre autocompaixão: Trilha #1: autocompaixão | Como podemos ser mais gentis com a gente?. A ideia é que a gente troque, se abra e vá se aproximando do tema até nosso encontro presencial, em agosto. 

Seguimos juntas.


Autocompaixão para mulheres: a primeira trilha da Comum

Desde quando o fórum nasceu, ano passado, notamos que a cura pras nossas questões começava dentro de nós. Ou passava necessariamente por isso: entendermos nossas emoções, necessidades e sermos mais gentis conosco. Resolvemos então nos aproximar do tema da autocompaixão e conhecemos a Carol Bertolino, que estuda o assunto há algum tempo. 

A trilha da Comum desse mês é sobre autocompaixão e autonomia afetiva pra mulheres. Vamos explorar o tema juntas, através de textos, vídeos, conversas no fórum e práticas. A trilha começou no dia 10 de julho e segue até o encontro. Você pode ver todo o conteúdo dela aqui.


Carol Patrocinio é jornalista e divide seu tempo entre escrever para diversas publicações sobre assuntos relacionados ao mundo feminino e ao feminismo, seu canal no Medium e consultorias para negócios que querem falar com as mulheres.

Caroline Bertolino é psicóloga, formada pelo programa Mindful Self-Compassion, da própria Kris Neff, e pelo programa Cultivating Emotional Balance, com a Eve Ekman e o Alan Wallace. 

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