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#6 [vídeo] Viver é perder todo dia

Nascemos perdendo — o tempo, as situações, as pessoas. Mas em vez de olharmos para isso com naturalidade, aprendemos a agarrar com força aquilo que nos é mais valioso a ponto de não saber lidar com a invariável impermanência das coisas. Vivemos tentando congelar tudo. E se mirássemos com mais naturalidade para a impermanência? De que forma isso poderia, essencialmente, nos transformar e beneficiar?

Conversamos com Cláudia d'Almeida, do Centro de Estudos Budistas Bodisatva (CEBB) sobre o sofrimento que vem do nosso hábito de dar solidez para as coisas. 

Assista na íntegra: 

“Se mantivermos a abertura, é como se invalidássemos as relações. E na verdade é o contrário: estaremos vivendo plenamente enquanto aquilo está acontecendo. E aí, quando algo se desfaz, a gente vive o luto, se reorganiza internamente e então percebe que é tempo de fazer uma coisa diferente.”
— Cláudia d'Almeida

Gabrielle Estevans é jornalista, editora de conteúdo e coordenadora de projetos com propósito. Nessa trilha, é editora-chefe, participante e caseira. 

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