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Autonomia afetiva e as relações

como podemos cultivar o nosso eixo interno, dentro e fora das relações?

 

Queremos relações saudáveis, mas nem sabemos ao certo o que se passa dentro de nós, quais são as nossas questões e as nossas necessidades. Temos dificuldades em reconhecer as nossas próprias potencialidades, nossos recursos internos. Acabamos entrando nas relações sem saber o que temos para oferecer, ao mesmo tempo em que colocamos no outro o fardo de nos dar o que achamos que nos falta. O resultado é desastroso: relações ruins, nocivas, de apego, controle e dependência. Relações que não nos impulsionam nem impulsionam o outro — pelo contrário — congelam e aprisionam.

Mas como podemos quebrar essa lógica e cultivar nosso próprio eixo interno, dentro e fora das relações amorosas? Nos sustentar na nossa base, pisar firme nos dois pés, e a partir daí, se fizer sentido, viver relações mais lúcidas?

 
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